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Sua história


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Ano 2020 – COVID19 – Quarta geração

Felipe Verdés Martí morreu em 2020. Presidente da Verdés por 50 anos acompanhando a trajetória da Verdes Brasil até o último dia. Com quase 50 anos de história no Brasil, a Verdés Brasil se tornou independente da matriz espanhola. Isabel Verdés 4ª geração assume a administração e propriedade da empresa, juntamente com uma nova equipe de gestão jovem, totalmente renovada. Agora a Verdés contrata o projeto completo: engenharia, compra, produção de máquinas e elementos, bem como montagem e comissionamento. O cliente fica muito feliz em nos visitar e verificar o andamento de seus ferros.

Década de 2010 – Cidadão Ituano Crise do setor cerâmico de 2013

O aquecimento global e a queda nos preços das matérias primas, afetou seriamente o Brasil. Em 2013, foi inaugurado o Centro de Desenvolvimento Tecnológico Felipe Verdés CDT. A Planta Piloto é a chave para conhecer o desempenho dos equipamentos. Também é iniciada sua atividade, realizando testes nas matérias primas dos clientes, antes de adquirir e instalar a sua linha de produção. Felipe Verdés Martí é nomeado cidadão honorário de Itu por seus relevantes serviços à comunidade. Aos 84 anos, foi sua última viagem ao seu amado Brasil. Em 2018 foi construído o Moinho Pendular nº 150, um MP279 que processa 80 ton / hora.

Década de 2000 – Verdés Espanha comemora 100 anos

Década de prosperidade com fim abrupto em 2008 devido à crise do subprime. O Brasil com seu PIB crescente é considerado uma das economias emergentes com grande potencial mundial. Em 2006 e na Espanha, Felipe Verdés Martí recebeu a medalha "Presidente Maciá" para premiar os méritos trabalhistas e empresariais. A Verdés Brasil segue com importantes investimentos na planta de produção e é uma das empresas líderes na fabricação de máquinas para cerâmica e minerais no continente. Em 2008 obteve certificação ISO 9001.

Década de 90 – Neoliberalismo Windows internet e celular

A economia Brasileira reaquece e alcança estabilidade com o Plano Real, embora a inflação reapareça. A Verdes Brasil, com um prestígio merecido, abastece toda a América Latina e inicia projetos na África, fornece e inicia várias fábricas completas de cerâmica na Angola.

Década de 80 – A década perdida Crise do petróleo – Primer PC

O Brasil entra em estagnação econômica e inflação descontrolada. Descontentamento social com o fim da era militar e o retorno da democracia. Verdés supera a difícil situação e alguns de seus concorrentes europeus estabelecidos no Brasil desaparecem. A crise do petróleo deu início a construção de moinhos pendulares para a moagem de combustíveis alternativos mais baratos, como carvão vegetal e mineral, coque de petróleo, biomassa e outros.

Década de 70 – Fundação de Verdés Brasil

Franco morre. Democracia na Espanha, a Verdés já é líder na fabricação de máquinas cerâmicas na Espanha e um importante "player" na Europa e no mundo. Em 1971, uma nova oficina coberta de 21.000 m2 foi construída na cidade vizinha de Vilanova Del Camí. Felipe Verdés Martí viaja regularmente pela América do Sul em busca de se estabelecer no continente. Ele chega até a cidade de Itú em São Paulo, e inúmeras chaminés de cerâmica aparecem diante de seus olhos: - "Fico aqui, há muito o que modernizar." Em 1974 começou a construção da nova oficina e em 1975 as primeiras máquinas brasileiras foram construídas. Em 1978 já era necessária uma expansão.

Década de 60 – Era do desenvolvimento na Espanha

Entre os anos de 1929 à 2020, Felipe Verdés dirige a empresa. O PIB cresce ao longo da década a uma média de 7% ao ano. Faltam casas e muito está sendo construído. O setor cerâmico é modernizado e as produções aumentam. Novas tecnologias são necessárias: máquinas de preparação maiores (a Monobloco 057), automação de plantas, secadores e fornos. Felipe Verdés funda a Tecnocerâmica que projeta e constrói secadores e fornos com parceiros italianos e a Seveco que projeta e constrói automação. Plantas completas são oferecidas. Nestes anos, as exportações para a América do Sul, Portugal e Marrocos desenvolveram-se fortemente.

Década de 50 – Guerra fria

Liberalização tímida da isolada economia Espanhola. A peseta torna-se conversível. Plano de Estabilidade Econômica que resulta em um processo de industrialização acelerada. Também para a Verdés, que se especializou em máquinas cerâmicas e tem uma oficina saturada. Em 1950 foram construídas novas oficinas onde também foi instalada a fundição. Felipe Verdés Sabadell II morreu em 1957 e sua esposa Rosa Martí Jubert e seu filho Felipe Verdés Martí, engenheiro mecânico de 3ª geração, assumiram a oficina.

Década de 40 – Segunda Guerra Mundial

A Espanha sai de uma guerra civil com mais de meio milhão de mortos, a maioria deles homens. Não participa da 2ª Guerra Mundial, pois o país está arruinado. Posterior bloqueio internacional, época de grande fome e racionamento. As plantas das máquinas são desenhadas no verso dos pôsteres de filmes porque é impossível encontrar papéis grandes. Assim são feitos os planos em 1941 da primeira extrusora a vácuo e em 1949 do primeiro grupo a vácuo.

Década de 30 – Guerra Civil Espanhola – A grande Depressão

Uma grave crise econômica se espalhou pelo mundo, muitos bancos e empresas faliram, os preços e salários caíram e o desemprego aumentou. Desordens graves na Espanha que terminam em uma guerra civil sangrenta. Talleres Felipe Verdés é coletivizado. A guerra força a fabricação de todos os tipos de máquinas: de triturar de repolho a máquinas para descascar nozes. A troca por comida permite que a oficina sobreviva e pague o salário. O filho do fundador Felipe Verdés Sabadell II (1900-1957) já trabalha na oficina.

Década de 20 – Loucos anos 20 Entreguerras

Período de crescimento e explosão econômica na Espanha e na Europa que também beneficiou Verdés. Felipe Verdés entra em um novo mercado com máquinas para tratamento de minerais e principalmente cerâmicas. Em 1924, projeta uma nova extrusora de parafuso para cerâmica, sucesso há mais de 20 anos. A Grande Exposição Universal de 1929 melhorou Barcelona com grandes obras de urbanismo.

Década de 1910 – Primeira Guerra Mundial

A Espanha foi neutra na primeira guerra mundial e trabalharam ao máximo para fornecer botas para as frentes de guerra. Felip Verdés projeta e constrói máquinas para as fábricas de curtumes em Igualada, a cidade ainda hoje é um pólo curtidor. Os clientes chamam a família de "Cal Manya Nou" (Casa do novo ferreiro). A primeira fundição foi instalada em galpão contíguo, que na década de 1960 se tornaria a FUNOSA (Fundiciones de Odena S.A.)

1908 – Ano da Fundação

Don Felipe Verdés Sabadell I (1872-1946) foi um técnico mecânico que trabalhou nas famosas oficinas Vulcano de Barcelona, ​​a escola dos primeiros mecânicos da Espanha. Em 1908 instalou-se em Igualada, a convite dos curtidores e assessorado por "Mateu Del Ferros", o mais importante entreposto de ferro da região e conhecido homem de Barcelona. A oficina ficava no rés-do-chäo de sua casa dedicada à construção de máquinas em geral.

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